quinta-feira, janeiro 27, 2005

O frio

Chegou para congelar. Até as ideias. Salvem-se os cheiros do frio, o cheiro a lareira quando passeamos numa aldeia, o cheiro intenso e seco da terra.
Venha o frio. Mostrar que estamos vivos sem necessitarmos de dor, como dizem. E o céu azul, de dia e estrelado de noite. Nem tudo é mau. Imagens.
Hajam vagas de pensamentos que resistam ao congelamentos de ideias. Haja desorganização mental.
Haja frio, haja vida. Haja qualquer coisa que nos mostre que estamos bem vivos e cada um de nós lida com os elementos extremos de uma maneira própria mais ou menos sã, quando confrontados. Assim voltamos a saber que somos unícos.

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